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Corte em novembroMá notícia! Microsoft limita Xbox Cloud Gaming a 15 horas mensais no Game Pass UltimatePremium fica com 10 e Essential com 5, valendo desde novembro. Veja quanto tempo sobra, mais

  • há 1 dia
  • 3 min de leitura

por que o corte vem logo após o desconto.

Créditos: Divulgação/Microsoft
Créditos: Divulgação/Microsoft

Depois de quase um ano vendendo nuvem ilimitada como diferencial, a Microsoft resolveu colocar teto. O Xbox Cloud Gaming passa a ter horas contadas em todos os planos do Game Pass a partir de novembro, e quem paga o mais caro fica apenas com 15 horas por mês.


Sim, parece estranho, mas é isso mesmo. A cota some rápido, já que quinze horas dão duas horas de jogo por fim de semana, e nada mais. Não dá pra fechar muito AAA por ai.


Quantas horas cada plano do Game Pass mantém


Plano

Horas de nuvem por mês

Preço no Brasil

Game Pass Ultimate

15 horas

R$ 76,90

Game Pass Premium

10 horas

R$ 59,90

Game Pass Essential

5 horas

R$ 43,90

Pela conta da Microsoft, a mudança atinge 4% dos assinantes, e a justificativa é que o custo de manter a nuvem cresce conforme mais gente joga por mais tempo.


Ficar dentro do teto exige disciplina que ninguém tinha até agora, porque nunca houve motivo para contar o relógio.


O assinante que estourar o limite vai poder comprar pacotes de hora na Xbox Store, e precisamos avisar que as horas não usadas acumulam para o mês seguinte. Preço desses pacotes a empresa não revelou.


“Reconhecemos que introduzir limites é uma mudança significativa.” Equipe do Xbox, no comunicado oficial

Divulgação/Microsoft
Divulgação/Microsoft

O corte chega quatro meses depois do desconto no Brasil

Em 21 de abril a Microsoft baixou o Ultimate por aqui de R$ 119,90 para R$ 76,90, uma queda de 36%, e transformou isso em campanha como se fosse uma retomada. Agora, quatro meses e meio depois, o serviço que estava incluído sem limite passa a ser racionado.

Na ocasião, o desconto de abril tinha vindo depois de um aumento que a empresa foi obrigada a recuar, e no mesmo movimento os lançamentos de Call of Duty saíram do catálogo.

É claro, nada disso é ilegal nem escondido, e a Microsoft avisa com dois meses de antecedência. Só que a soma dos três movimentos desenha um serviço que fica mais barato na etiqueta e mais pobre na entrega. Sem falar que

Quem mais perde com o teto de horas?

Dono de Xbox One é o caso mais emblemático, já que muita gente usa a nuvem justamente para rodar jogo de Series X no console velho, e 15 horas por mês não sustentam isso, o que empurra essa base para a troca de aparelho.


Perde também quem usava a nuvem para experimentar jogo antes de baixar, hábito que a própria Microsoft estimulou. No Essential, com 5 horas mensais, testar dois ou três títulos já consome a cota inteira do mês.

A nuvem tinha sido liberada para todos os planos há menos de um ano, e era o principal argumento de venda do Premium e do Essential. Quem assinou por causa disso está sendo cobrado agora pelo que já usava.


Falta dizer quanto vai custar a hora extra

Com isso, três informações essenciais ficaram para novembro. A Microsoft não disse quanto custa o pacote de horas, quais jogos entram no cômputo nem em que países a regra vale, o que importa para quem assina no Brasil.

Tampouco há explicação sobre como o assinante acompanha o saldo, embora a empresa prometa uma forma de consultar o tempo restante. Sem isso, o teto vira surpresa no meio da partida.

Até lá, quem joga muito pela nuvem tem dois meses para decidir se troca de hábito, se vai pagar hora avulsa ou se parte para o download. Quantas horas por mês você joga na nuvem?

Fonte(s): Xbox Wire e The Verge


Por Ramon de oliveira honorio

Ramon
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