32 GB é o “ponto seguro”32 GB de RAM são essenciais para jogar bem no Windows 11, afirma MicrosoftSegundo a Microsoft, 16 GB de RAM são somente um “ponto de partida prático” para reproduzir games.
- há 22 horas
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Em um momento no qual os preços de pentes de memória RAM estão nas alturas, a Microsoft decidiu que aqueles que têm sistemas de 16 GB estão “comprometendo” sua experiência no Windows 11. Em seu Centro de Aprendizado, a empresa afirmou que, atualmente, é preciso ter pelo menos 32 GB para “não ter preocupações” de desempenho.
“Para muitos jogadores, 16 GB é um ponto de partida prático. Mas mudar para 32 GB ajuda se você está usando o Discord, navegadores ou ferramentas de streaming junto com seus games”, explica a corporação. “Essa memória extra também dá um espaço de respiro maior para novos títulos, conforme os requisitos continuam a aumentar”.
A declaração da empresa gera atenção tanto porque o preço de memórias RAM está cada vez mais alto quanto pelo que a afirmação pode denotar. Ao considerar que 32 GB é o ponto de segurança para o Windows 11, a Microsoft pode se limitar a otimizar o sistema operacional considerando esse fator.
32 GB de RAM e SSDs são básicos para games, afirma Microsoft
Além de explicar que 16 GB são o mínimo aceitável para sistemas de jogos modernos, a Microsoft também destaca que a era dos HDDs já passou. Segundo ela, SSDs são essenciais para todos que desejam jogar no Windows 11, ao permitir carregar arquivos mais rapidamente e diminuir tempos de instalação.
“HDDs (discos rígidos tradicionais) são melhor reservados para armazenamento em massa. Jogos ativos e o sistema operacional precisam viver em um SSD para uma melhor experiência”, afirma a corporação. Em seu texto, ela também recomenda GPUs intermediárias para quem joga em 1080p e modelos mais poderosos para resoluções como 1440p e 4K.

Entre as empresas que colaboram para o aumento dos custos de RAM nos últimos meses está a própria Microsoft. A corporação é uma das maiores investidoras no setor da inteligência artificial generativa, que depende da construção de bancos de dados massivos que demandam grandes quantidades de componentes para funcionar.
Dado que a situação não tem data para melhorar, algumas empresas estão começando a fazer o “downgrade” de seus novos lançamentos. Segundo a TrendForce, muitas fabricantes de notebooks podem voltar a apostar em modelos com 8 GB como forma de controlar preços — o que deve ser péssimo tanto para usuários comuns quanto clientes corporativos.
Por Ramon de oliveira honorio


